Metodologia
Uma ferramenta de dados só é credível se disser de onde vêm os números. É isso que publicamos aqui — a origem dos dados e os princípios de análise, não o motor por trás.
Fonte dos dados
Todas as transações vêm de fontes oficiais do governo do Reino Unido, licenciadas sob a Open Government Licence v3.0. Cobre Inglaterra e País de Gales, transações de 2015 a 2026. Não inclui Escócia (usa um sistema de registo próprio e separado, com dados de transação individual pagos) nem Irlanda do Norte.
A base é sincronizada mensalmente com atualizações oficiais — adições, correções e anulações de registos anteriores — nunca fica desatualizada por mais de um mês.
Como pensamos sobre valorização
Em vez de comparar apenas a mediana de preços de uma área ao longo do tempo — que sofre de mix-shift (uma área pode parecer “subir” só porque se venderam mais casas grandes nesse ano) — seguimos, quando os dados permitem, o histórico do mesmo imóvel ao longo de várias vendas. É a técnica de repeat-sales, usada por índices institucionais como o Case-Shiller, aplicada a cada imóvel individualmente em vez de só à área.
Como pensamos sobre liquidez
Uma comparação só é fiável se houver transações suficientes para a sustentar. Por isso classificamos cada zona pelo volume real de vendas registadas, e mostramos sempre o número junto da classificação — nunca só uma etiqueta sem o dado por trás.
Painel de Mercado — o que a amostra cobre
O Painel de Mercado mostra uma amostra de zonas centrais de cidades conhecidas de Inglaterra e País de Gales — não é exaustivo. A pesquisa por código postal individual (na página inicial ou na app) cobre qualquer zona, não só as da amostra.
O que não fazemos
- Não usamos modelos de avaliação automática (AVM) nem estimativas de IA.
- Não inventamos dados quando uma zona não tem vendas suficientes — dizemos isso.
- Não misturamos vendas da área com vendas do imóvel exato sem indicar claramente qual é qual.